"Testemunhar e anunciar a mensagem cristã, conformando-se com Jesus Cristo"

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domingo, 19 de abril de 2015

3° Domingo de Páscoa


  Em primeiro lugar, a Páscoa supõe um encontro com o Cristo ressuscitado e glorioso, através da Igreja, através da carne do nosso irmão em quem palpita a vida divina e, finalmente, através dos sacramentos, onde deixou a sua pegada invisível e presentes visíveis, que o Cristo Pascal nos deixou para derramar e compartilhar conosco a vida divina. O cristianismo é justamente o encontro com uma pessoa viva, Jesus Cristo, quem o Pai ressuscitou vencendo as ataduras do pecado e da morte. Agora bem, o encontro com Cristo ressuscitado pede de cada um de nós um viver a vida nova que Cristo ganhou com a sua morte e ressurreição. Vida nova que implica nos arrepender dos nossos pecados, causantes do sofrimento e da morte de Cristo Jesus; implica deixar a nossa vida antiga e mundana, como tantas vezes nos pede o papa Francisco. Este arrependimento nos levará a nos ajoelhar diante do sacramento da Penitência, onde o sangue de Cristo nos lava, nos santifica e volta a brilhar em nós a vida nova do Ressuscitado.

sábado, 18 de abril de 2015

Sexualidade desregrada e uso de drogas colocam jovens na reta do Diabo


  Viver em uma dimensão de imoralidade onde tudo está permitido debilita os jovens frente às tentações do diabo, advertiu o Arcebispo de Ferrara e Comacchio (Província de Itália), Dom Luigi Negri, experiente exorcista, declarando que na revolução cultural do maio francês de 1968 vemos a raiz dos males da juventude, levando-a ao liberalismo sexual e moral, tendo como lema “é proibido proibir”.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Comemorações pelo aniversário de Bento XVI


  O Papa emérito Bento XVI completou nesta quinta-feira (16)  88 anos e, para comemorar, celebrou numa festa ao estilo bávaro, na qual não faltou música e cerveja típica desta região alemã onde o ex-pontífice nasceu, informou a agência EFE. O papa alemão festejou seu aniversário na porta de sua residência, o convento “Mater Ecclesiae”, junto a um grupo de pessoas vestidas com o traje típico de sua região de origem.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Casamentos para toda a vida?


  É possível que hoje em dia um matrimônio dure a vida inteira? Na opinião do Papa Francisco é possível “com a graça de Deus”, mas também é necessária a colaboração e o esforço dos esposos para resolverem os problemas que possam surgir neste caminho. De fato, a falta de diálogo, os conflitos deixados sem resposta e o orgulho vencem a boa vontade de um dos esposos que deseja se “acertar” com o cônjuge; se não houver diálogo, abertura à correção e perdão, as relações pessoais vão se desgastando e podem ter seu fim.

domingo, 12 de abril de 2015

2° Domingo da Páscoa


  A comunidade cristã é uma “multidão” que abraçou a mesma fé – quer dizer, que aderiu a Jesus, aos seus valores, à sua proposta de vida. A Igreja não é um grupo unido por uma ideologia, ou por uma mesma visão do mundo, ou pela simpatia pessoal dos seus membros; mas é uma comunidade que agrupa pessoas de diferentes raças e culturas, unidas à volta de Jesus e do seu projeto de vida e que de forma diversa procuram encarnar a proposta de Jesus na realidade da sua vida quotidiana. Que lugar e que papel Jesus e as suas propostas ocupam na minha vida pessoal e na vida da minha comunidade cristã? Jesus é uma referência distante e pouco real, ou é uma presença constante, que me interroga, que me questiona e que me aponta caminhos?

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Que alegria! Nossa postagem 1000!: O que é a linguagem litúrgica?


  A liturgia, como toda realidade humana, tem uma linguagem própria com a qual se expressa, se apresenta e se mostra e que chamamos, precisamente, “linguagem litúrgica”. Esta linguagem é a linguagem específica da celebração litúrgica que, através de sinais visíveis e outros anexos, nos aproximam de Cristo e de sua mensagem. Esses sinais foram sendo recolhidos pela Igreja através dos séculos, tendo sempre como ponto de partida as Escrituras Sagradas e a vivência das primeiras comunidades cristãs. Esses “signos sagrados” não foram inventados, mas acolhidos, recolhidos e reapresentados pelo próprio Cristo e pela Igreja para significar as realidades divinas invisíveis (cf. SC 33).

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Ao modelo de Cristo, perdoar os inimigos


  Nada nos encoraja tanto ao amor pelos nossos inimigos, no qual consiste a perfeição do amor fraterno, como meditar com gratidão na admirável paciência do “mais belo entre os filhos dos homens” (Sl 44, 3). Ele estendeu o Seu belo rosto aos ímpios, para que o cobrissem de escarros. Permitiu-lhes taparem-Lhe os olhos, esses olhos que governam o universo. Expôs as costas ao látego. [...] Submeteu a cabeça às pontas dos espinhos, essa cabeça diante da qual devem tremer príncipes e poderosos. Entregou-Se, Ele próprio, às afrontas e às injúrias. Enfim, suportou pacientemente a cruz, os pregos, a lança, o fel, o vinagre, permanecendo sempre cheio de doçura e de serenidade. “Não abriu a boca, como cordeiro levado ao matadouro, como ovelha emudecida nas mãos do tosquiador” (Is 53, 7). Ao ouvir estas palavras admiráveis, cheias de doçura, de amor e de imperturbável serenidade – “Pai, perdoa-lhes” (Lc, 23, 24) - o que podemos nós juntar à doçura e à caridade desta oração?